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Paulo Roberto Gomes Fernandes analisa como o uso de roletes em polímero para correias transportadoras marcou uma mudança tecnológica importante e antecipou transformações relevantes na mineração.
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Roletes em polímero para correias transportadoras: A articulação que antecipou uma virada na mineração

Diego Velázquez
Diego Velázquez março 4, 2026
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Paulo Roberto Gomes Fernandes analisa como o uso de roletes em polímero para correias transportadoras marcou uma mudança tecnológica importante e antecipou transformações relevantes na mineração.
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Paulo Roberto Gomes Fernandes participou de uma articulação tecnológica que segue atual quando se observa o setor industrial a partir de 2026, as tratativas entre a Liderroll e a Braskem para desenvolver roletes produzidos com polímero de alta performance, com foco inicial em mineração. O movimento ganhou importância porque tocou em um ponto sensível da logística de grandes operações, a dependência de componentes metálicos pesados, sujeitos à corrosão e com impactos relevantes em consumo de energia, manutenção e disponibilidade.

Contents
O que muda quando um componente “simples” vira vetor de eficiência energéticaMineração como primeiro destino: escala, corrosão e o custo do pesoDurabilidade, ausência de lubrificação e efeitos na rotina de manutençãoEstratégia de escala e interesse do mercado antes do contrato final

A negociação foi impulsionada pelo desenvolvimento, pela Braskem, de um polímero com propriedades capazes de competir com soluções tradicionais em aplicações específicas. A Liderroll foi acionada por deter patente relacionada aos roletes e por já ter domínio técnico na fabricação desse tipo de equipamento. 

O que muda quando um componente “simples” vira vetor de eficiência energética

Em correias transportadoras, roletes não são apenas itens periféricos, eles determinam atrito, esforço de acionamento e estabilidade do transporte ao longo de grandes distâncias. Por isso, pequenas variações no peso e no comportamento do material podem se traduzir em ganho ou perda de eficiência energética, sobretudo em operações com milhares de roletes trabalhando de forma contínua.

A substituição do aço por um polímero de alta performance, conforme avaliado por Paulo Roberto Gomes Fernandes, tende a reorganizar essa conta energética. A redução de massa altera a inércia do conjunto e pode diminuir o esforço mecânico necessário para movimentar a correia. 

Mineração como primeiro destino: escala, corrosão e o custo do peso

Na estratégia delineada no período das tratativas, a mineração apareceu como mercado prioritário por reunir escala e pressão por confiabilidade. Correias transportadoras nesse segmento operam sob poeira, umidade, variações de temperatura e longas jornadas, condições em que a corrosão e o desgaste elevam custos e aumentam paradas não programadas. 

A adoção de roletes em polímero em correias transportadoras sinalizou uma virada operacional na mineração, movimento que Paulo Roberto Gomes Fernandes destaca ao avaliar os avanços da engenharia no setor.
A adoção de roletes em polímero em correias transportadoras sinalizou uma virada operacional na mineração, movimento que Paulo Roberto Gomes Fernandes destaca ao avaliar os avanços da engenharia no setor.

Nesse contexto, a proposta de roletes em polímero foi apresentada com uma redução de peso que poderia chegar a 80% em comparação ao aço. Segundo Paulo Roberto Gomes Fernandes, esse tipo de redução não é apenas vantagem de transporte, ela tende a repercutir no acionamento e no esforço global do sistema, criando espaço para ganhos em eficiência e para uma abordagem mais racional de manutenção em grandes plantas.

Durabilidade, ausência de lubrificação e efeitos na rotina de manutenção

Outra promessa técnica relevante foi a ampliação de vida útil, estimada em até cinco vezes acima de modelos convencionais. Isso se conecta a dois fatores: a resistência do material em aplicações específicas e a possibilidade de dispensar lubrificação, que em roletes metálicos costuma compor a rotina de operação. A eliminação de óleo reduz risco de contaminação e simplifica procedimentos, o que se torna especialmente atraente em setores que exigem ambientes controlados, como o alimentício e o farmacêutico, além de ampliar o leque de aplicação do produto.

Do ponto de vista operacional, Paulo Roberto Gomes Fernandes enfatizou que a redução de intervenções corretivas poderia favorecer uma transição gradual para manutenção mais preventiva e planejada. Em operações intensivas, menos pontos de falha significam previsibilidade, e previsibilidade se converte em disponibilidade, variável que costuma pesar tanto quanto o custo direto do equipamento.

Estratégia de escala e interesse do mercado antes do contrato final

No desenho de capacidade produtiva discutido à época, estimou-se um volume entre 1,5 milhão e 2 milhões de roletes nos dois primeiros anos após a consolidação da parceria. Essa projeção considerava substituições em operações existentes e a demanda de novos empreendimentos industriais em implantação. A amplitude do mercado potencial ajudou a justificar o caráter estratégico da iniciativa, já que o produto foi pensado para mineração, transporte de grãos e outros segmentos que dependem de correias transportadoras em larga escala.

A formalização, porém, ainda passava por análise jurídica quando a movimentação se tornou conhecida. Mesmo assim, houve sinal de interesse antecipado, com consultas de empresas brasileiras e estrangeiras antes do acordo final. Para Paulo Roberto Gomes Fernandes, esse comportamento sugere que havia uma demanda latente por soluções mais duráveis, menos suscetíveis à corrosão e com eficiência operacional superior, ainda que a estratégia inicial previsse atender primeiro o mercado interno.

Autor: Diego Rodríguez Velázquez

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